Prisioneiro




O amor bom renova,
Impulsiona, emociona e traduz
O amor ruim oprime, empossa e reduz

O amor bom não se pede de volta,
Mas se torna singular retroalimentado
O amor ruim sufoca e se confunde com egoísmo

Amor bom é àquilo que quer sentir e espera do outro
Amor ruim é o que provavelmente sentirá,
Ao falsear qualquer coisa como amor bom

Falsear traz consequências corrosivas
Elas se avivam quando se olha no espelho
E não percebe o que se tornou:

Um prisioneiro dos próprios olhos 



Footnote:
Ontem, 5 de maio de 2014, o Ótica Cotidiana completou o seu primeiro ano neste novo formato. Feliz com os bons resultados e aprendizado. Logo mais a crônica singular do cotidiano completará seis anos.





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