Líderes e estrelas







Quem se diz líder, mas precisa humilhar os outros para obter a eficácia, com certeza não é líder. A estrela que brilha, mas é oca, não brilha de verdade, é a luz refletida no opaco.
A mediocridade humana está em querer ser mais, oferecendo pouco e destruindo muito. Você não precisa desfazer dos outros para que reconheçam a sua singularidade. Ser singular não significa atropelar, destruir. E ao proferir palavras lembre-se de que sinceridade não significa ser mal educado. Minimizar os outros é uma característica dos mais fracos. Precisam disso para sentir a força.
Os sonhos e imagens são tão efêmeros que qualquer coisa pode destruí-la, o que justifica a agressividade como resposta. Você precisará dela para fazer tudo errado. E você está tão perdido e sozinho, em uma multidão de pessoas com suas características, que o caos é inevitável em alguma hora de sua vida. É como se você tivesse medo de fracassar o tempo inteiro, por saber que não é verdadeiro consigo.

Os líderes e as estrelas sabem o que são e o que podem fazer. Nenhuma estrela para brilhar precisou destruir outras. Nenhum líder para se tornar inesquecível precisou ser medíocre com os seus seguidores. E quando dizem ‘e daí?’, ‘tanto faz’, acredite, nenhuma crítica ou comportamento parece abalar. Ao contrário, é justamente através do comportamento dos demais que desenvolvem a força e fortalecem o seu brilho. Os líderes e as estrelas não tem medo de fracassar, porque veem no fracasso a chance para tentar outra vez e de outra forma.

Pequeno é quem tentou abalar os líderes e as estrelas. Eles brilham graças a sua sinceridade e singularidade, não pelas suas tentativas de minimizar o que lhe oferece risco. Você pode entregar todos os passos, mas a sua pegada na areia será sempre diferente das demais. Ela é a sua.

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